QUEM SOMOS ?

Itanhaém
A Inclusão Digital iniciou em 2005, atendendo atualmente 30 escolas da Rede Municipal de Itanhaém. A Equipe é composta pelas professoras Joelma Carneiro Diogo, Magda Regina Rossmann e Soraya Rodrigues Sales, especializadas em TIC's.

17 de maio de 2012

AULA NA E. M. MARIA GRACIETTE


Enfim, o trabalho começou com a lousa digital.

Está sendo uma delícia acompanhar as aulas e ver o entusiasmos das professoras e alunos. Já vieram muitos professores me falando que também querem.

É para isto que estamos neste projeto, para que todas as professoras possam contar com este recurso didático.

Enquanto isto, vamos vendo todos os pontos negativos e positivos deste recurso tecnológico, para a aprendizagem dos alunos.

Hoje professora Lyzandra deu um jogo de palavras, uma aula sobre coordenadas, que as crianças perceberam muito rápido e depois da professora ter brincado com eles, a atividade feita em folha foi de extrema facilidade. Após isto ela fez a leitura de uma história: A borboleta azul. Nesta história fez as intervenções e questionamentos para os alunos, que estavam muito participativos.

20 de abril de 2012

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?

Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?

Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.


Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.


fonte: Nova Escola


Leia a reportagem completa em: http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/223_materiacapa_abre.shtml



10 de abril de 2012

CAPACITAÇÃO DA LOUSA DIGITAL


Dando continuidade à capacitação, ontem as professoras conheceram o PUBLISHER. Esta ferramenta do OFFICE pode ser utilizado com e para os alunos. As professoras exploraram e já tiveram ideias para a sala de aula. Foi muito interessante!
Abaixo um "boletim" feito pela professora Gecyara, mostrando seus avanços.

20 de março de 2012

TRABALHANDO A PRÁTICA EM PROJETOS, uma experiência singular


Assisti a aula da Prof. Kate do 4º A, que deu segmento a seu Projeto de Folclore, mas só que desta vez ela vai usar como Pano de fundo a Informática. O passo a passo de suas aulas inclui na primeira etapa, uma boa explanação sobre o folclore, seus mitos e lendas e dentro do laboratório os alunos fazem desenhos relacionados às lendas.

O Lobisomem, Curupira e Mula sem cabeça vão sendo desenhados no programa “TUX PAINT”, muitas cores e criatividade, compondo cenários admiráveis. (Este programa já possui alguns cenários prontos e então a criança escolhe um cenário e encaixa ao seu tema e vai recriando a imagem. O resultado final é surpreendente!!!!

Na próxima fase os alunos vão para o “BR Office.org Writer” digitar os textos vistos em sala. As duplas escolherão quais textos e farão um resumo.
Por Magda Rossmann, Coordenadora pedagógica de Informática Educacional

14 de março de 2012

TICs, telefones celulares e a escolassaura

A escola é, talvez, a instituição mais jurássica de todos os tempos (por que vivo repetindo isso?). Embora ela tenha o compromisso de educar a geração atual para um mundo futurista que nem nasceu ainda, e nem sabemos como será, ela mesma ainda vive na pré-história em diversos sentidos e não tem o menor desejo de “evoluir”, pelo menos o suficiente para chegar perto dos tempos atuais. Mas antes de concordar com isso, pense bem, caro leitor amigo: a escola não se encerra nos limites de seus próprios muros, ela se estende por toda a sociedade, e você, caríssimo leitor, também é responsável por essa escola jurássica e suas idiossincrasias.

Enquanto escrevo esse artigo, tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei 2806/2011. Esse projeto é uma “extensão” de um projeto anterior que proibia o uso de telefones celulares em todo o país e, agora, “modernizado”, o projeto prevê a proibição de qualquer aparelho eletrônico portátil em todas as escolas e em todos os níveis de ensino, do infantil ao superior.

No Estado de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, no Ceará e em Rondônia (e talvez também em outros estados e municípios, pois as más idéias se espalham rápido) já há leis específicas proibindo o uso de telefones celulares e outros aparelhos eletrônicos pelos alunos.

Ao invés de entrar em uma polêmica tola sobre “se devemos permitir ou proibir o uso de celulares, games e outros brinquedinhos eletrônicos em sala de aula”, eu lhes pergunto algo bastante simples e objetivo: em que momento algum professor, alguma escola, algum pai de aluno ou algum governo defendeu ou defenderá que os alunos devam ir à escola apenas para jogar videogame, assistir vídeos no Youtube, bater papo no MSN ou fotografar o professor tirando caca do nariz para depois publicar no seu fotolog?

A mim, e espero que a você também, parece evidente que a escola não é apropriada para esse tipo de “diversão”, assim como não esperamos o mesmo comportamento em uma missa ou em um enterro (olha, eu juro que tentei comparar com outras situações, mas a escola está mais para missa e enterro do que para festa de casamento).

Por outro lado, faça um esforço e tente se lembrar de sua infância… Agora pense: se quando você era criança e estava na escola você tivesse um telefone celular onde pudesse jogar videogame, fazer filmes sacanas do professor ou dos colegas, trocar mensagens e fofocas instantâneas, ouvir música, etc., etc., será que você não o faria?

Eu não posso responder por você, mas posso responder por mim mesmo. Eu faria sim, às vezes. E sei que seria punido por fazê-lo (mas mesmo assim faria!). Hoje eu não faço mais, mas hoje eu sou adulto e, como agravante, sou professor, tenho sempre que dar exemplo de “bom comportamento” e, a bem da verdade, de qualquer forma essas coisas já não me interessam mais.

Pois bem, o mundo mudou, a tecnologia se espalhou por todas as partes, as possibilidades são imensas mas, mas, mas… As crianças e adolescentes de hoje continuam sendo crianças e adolescentes como nós mesmos fomos um dia! A tecnologia só lhes fornece novos meios de fazerem suas traquinagens, e eles as farão até que se tornem adultos e, talvez, acabem como pessoas “xaropes” como eu e você.

Alguns adultos parecem que se esqueceram que já foram crianças e agora não entendem mais nada sobre a infância e a adolescência. Esses adultos acreditam que publicando leis poderão mudar a estrutura neurológica, os hormônios e a psicologia das crianças e dos adolescentes. Isso é tão ridículo que parece traquinagem de adolescente que possui um brinquedinho novo de “assinar leis”.

Fato: mais da metade das crianças entre 7 e 9 anos de idade possui um telefone celular. Quase metade dessas crianças não recebe nenhuma orientação de uso desse brinquedinho tecnológico por parte de seus pais ou de seus professores!

Pergunta: se crianças e adolescentes possuem celulares (que ganham dos pais!) e não possuem orientação alguma, nem da família nem da escola, sobre como utilizá-los em diversos ambientes e situações e, além de tudo, são crianças e adolescentes e não adultos xaropes, como se pode esperar deles que não levem seus brinquedinhos à escola e, estando lá, não brinquem com eles?

Em outro artigo publicado nesse blog, Uso pedagógico do telefone móvel (Celular), eu já tratei de diversas possibilidades de fazer um uso adequado desses aparelhinhos em sala de aula, então agora só quero compartilhar algumas experiências que talvez possam ser úteis para que professores possam conviver melhor com esses “monstrinhos divertidos” ao invés de apostarem em leis caducas que não serão cumpridas e entrarão para a história como a lei de Jânio Quadros que proibia o uso do biquini nos concursos de miss (pode rir agora, mas à época também havia polêmica e defensores da proibição).

Leia o texto na íntegra em:

fonte: http://professordigital.wordpress.com/2012/01/30/tics-telefones-celulares-e-a-escolassaura/

retirado do blog no dia 14 de março de 2012

9 de março de 2012

CONHECENDO EXPOENTE - CURITIBA

Nossa equipe foi conhecer o Expoente, em Curitiba. Além de sermos muito bem recebidas, pudemos conhecer a escola, que funciona como um laboratório para que a equipe pedagógica do grupo Expoente possa verificar toda a estrutura que é oferecida as outras escolas, tanto particulares como dos municípios.

A estrutura física do Expoente é moderna e com muitas opções de aulas para seus alunos, possuem laboratórios de informática, de robótica, sala de judô, sapateado, música e um ginásio poliesportivo. Conta com modernas lousas, tanto interativa como quadros brancos e o espaço de lazer é muito bom.

Após a visita à escola fomos ao departamento administrativo da empresa, onde nos aprofundamos no portal, que é oferecido, juntamente com o material didático. Este portal, http://www.escolainterativa.com.br, auxilia os professores no complemento do conteúdo trabalhado em sala de aula. Existem vários canais de acesso, em que o professor juntamente com os alunos complementa de forma

mais interativa as suas aulas, tornando-as mais interessantes. Outro canal, é o que permite que os professores que utilizam o material didático do Expoente, possam enviar aulas e projetos, fazendo com que haja uma troca de experiências entre profissionais da educação, que tenham este tipo acesso, tendo em vista que, este material está sendo utilizado por mais de 80 municípios e outras escolas particulares por todo Brasil.

Fica aqui, o agradecimento da equipe, a todos aqueles que nos recepcionaram tão bem, especialmente ao João Eduardo, que nos mostrou além do Expoente, a cidade de Curitiba e suas histórias; a Lucineia, pelo suporte pedagógico, pela companhia e por divulgar e tecer elogios positivos do trabalho que é realizado em nosso município na área da Educação e a Claudia que nos deu a oportunidade de explorar mais o portal e nos sentirmos aptas e seguras para transmitir esses conhecimentos à nossos professores.

2 de março de 2012

Equipe da Informática Educacional participa de curso de capacitação em Curitiba

Por Secretaria de Governo / Departamento de Comunicação Social
comunicacao@itanhaem.sp.gov.br


A equipe da Informática Educacional de Itanhaém viaja na próxima segunda-feira (5) rumo a Curitiba, no Paraná, para participar de um treinamento para manusear ferramentas e aplicativos existentes no portal Escola Interativa do Expoente. A intenção é integrar o uso do portal no cotidiano de pais, docentes e alunos da Rede Municipal de Ensino, já que a Cidade utiliza apostilas desta empresa em suas escolas.

O conteúdo dará suporte pedagógico aos professores durante as aulas e auxiliará o estudante na busca de vídeos e livros sugeridos pelo educador em sala. Os pais também terão acesso ao conteúdo do Expoente.

O portal disponibiliza atividades interativas com jogos educativos, vídeos, sinopse de livros literários e didáticos. O procedimento de manuseio será repassado à escola com usuário e senha de acesso.

“A equipe estará na sede do Expoente a fim de explorar os recursos do portal Escola Interativa, que oferecerá uma rica fonte de conhecimento para os alunos, além de contribuir na prática pedagógica dos professores”, explica a integrante da Informática Educacional, Soraya Rodrigues Sales.

INFORMÁTICA EDUCACIONAL NOS HTPC

Nesta semana, nossa equipe participou de alguns HTPC, com intuito de reforçar a importância da Inclusão Digital e também auxiliar os professores no planejamento de suas aulas.
Na Escola Municipal Maria Graciette, conversamos as professoras da Educação Infantil. Sempre lembrando que em um primeiro momento, os alunos menores têm que ter autonomia e coordenação motora com o mouse.
Na Escola Municipal Leonor II, o encontro foi com os professores de 6º ano e 6ª série. Os momentos de pesquisa, intereção e descobertas com esta turminha é muito importante.
Na Escola Municipal Filomena Dias Apelian, conversamos com as professoras de Educação Infantil e Fundamental I.
Em todas tentamos deixar claro que as aulas preparadas para serem dadas na sala de informática fazem com que os alunos tenham contato com as TICs e possam, cada vez mais, criar habilidades e competências que lhe serão muito úteis hoje e no futuro.

Agradecemos o carinho com que recebem a Informática Educacional nas escolas.















Fotos: E. M. Filomena

29 de fevereiro de 2012

PALESTRA COM JULIO FURTADO

Ontem tivemos a presença do Professor Julio Furtado, fazendo uma palestra muito interessante e de grande ajuda para os professores e todos aqueles que trabalham com os alunos.
Com o tema APRENDER COMO SE APRENDE, PARA APRENDER A ENSINAR, o palestrante falou sobre:
Os processos psicológicos de aprendizagem
Leitura de mundo, mediação e aprendizagem
A reconstrução do conhecimento
Etapas de uma aula significativa

"Aprendizagem é um processo interno, aprender põe em risco a identidade da pessoa que aprende, por isso, aprender pode ser perigoso e provocar resitência."
"Só aprende quem sonha e só sonha quem tem esperança - aprender para que? Seu aluno sonha com o quê?" Descubra quais são os sonhos de seus alunos.

"Aprender envolve três processos:
Processos emocionais
Processos cognitivos
Processos psicossociais"

"Disposição para aprender -DPA"
"Do que depende a DPA?
Depende de três fatores:
Momentos de vida - o professor deve individualizar/acolher e conversar com seu aluno.
História Pessoal de aprendizagem - valorizar o certo, não enfatizar o errado.
Percepção do contexto - linguagem que o professor usa, o professor deve pensar numa aula em que o aluno faz parte.

"O que é mediar a aprendizagem?
É colocar-se, intensionalmente, entre o objeto de conhecimento e o aluno. Transformando os estímulos que vem do objeto, para que o aluno tire suas próprias conclusões."

VEJA O SLIDE DA APRENSENTAÇÃO E CONHEÇA MAIS SOBRE O PALESTRANTE NA PÁGINA:
www.juliofurtado.com.br






8 de fevereiro de 2012

A Inclusão Digital Dentro da Escola

Numa sociedade como a brasileira, em que mais de 95%; da população em idade escolar está, hoje, pelo que consta e em princípio, na escola, é de esperar que a Inclusão Digital se faça predominantemente dentro da escola e através dela - e que, portanto, com o tempo, os programas de Inclusão Digital extra-escolares se tornem virtualmente desnecessários.

Há várias vantagens em se concentrar o trabalho de Inclusão Digital na escola, evitando que quem conclua a sua escolaridade básica seja ainda considerado digitalmente excluído. Eis duas das principais:

- A maior parte das escolas hoje já fornece a seus alunos acesso à tecnologia digital, pois possui computadores, softwares e acesso à Internet - o primeiro componente da Inclusão Digital estando, portanto, atendido nelas (embora o tempo de acesso à tecnologia pelos alunos seja terrivelmente restringido pela razão número de alunos / número de máquinas disponíveis, que precisa claramente ser melhorada - isto é, diminuída).
- Para crianças e adolescentes nem é preciso dar muita ênfase ao segundo componente da Inclusão Digital, a capacitação no manejo técnico da tecnologia, pois eles têm notória facilidade para aprender a manejar a tecnologia sem necessidade de ensino formal, sendo, portanto, possível concentrar a atenção no terceiro componente, muito mais importante.
Assim sendo, a escola pode concentrar seu esforço naquilo que realmente importa na Inclusão Digital, a saber: capacitar seus alunos para integrar a tecnologia na sua vida e nos seus afazeres, desenvolvendo, com a ajuda da tecnologia, as competências necessárias para melhorar a qualidade de sua vida. (Registre-se que o uso da tecnologia para melhorar a "empregabilidade" dos alunos é apenas uma das muitas maneiras em que a tecnologia pode ajuda-los a melhorar a qualidade de sua vida).

Mas essa já é, na verdade, a função da escola! Nela (corretamente entendida) o principal afazer do aluno é se desenvolver como ser humano, aprendendo a traduzir seus potenciais em competências que lhe permitam definir seu projeto de vida e transformá-lo em realidade. Enfim, na escola o principal afazer do aluno é aprender o que é necessário aprender para que ele "dê certo na vida", isto é, seja capaz de viver a vida que escolher para si mesmo.
Logo, qualquer programa de Inclusão Digital através da escola deve explorar as formas em que a tecnologia pode ajudar os alunos a aprender melhor - aprender, no caso, sendo entendido como se tornar capaz de fazer aquilo que, antes, não se era capaz de fazer, e pressupondo-se que, dado o tempo relativamente exíguo que a criança e o adolescente brasileiro passam na escola, que se dará foco aos aprenderes realmente importantes para a vida.

Fonte: http://caminhoinclusaodigital.wikidot.com/inclusao-digital-dentro-e-fora-da-escola